Dnit publica editais para recuperação de rodovias cearenses

Postado dia 6/5/2011 | | 0 comentário

Um dia após a reunião com a bancada cearense em Brasília, o Ministério dos Transportes já começou a tomar providências quanto à recuperação das rodovias federais no Ceará. Ontem, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) publicou três editais de licitação para contratar serviços de manutenção nas BRs 020, 226 e 230.

De acordo com o deputado federal José Guimarães (PT), que esteve reunido durante a tarde, em Brasília, com o diretor de Infraestrutura Rodoviária do Dnit, Hideraldo Caron, e com o deputado federal Danilo Forte (PMDB), os editais abrangem mais de 1.600 km de estradas que serão recuperados no Estado.

Além das concorrências públicas, a equipe técnica do Departamento nacional também está elaborando um plano estratégico para deixar todas as rodovias federais cearenses “em boas condições de trafegabilidade”, segundo o deputado. De quarta-feira para ontem, o Dnit iniciou o levantamento das intervenções que precisam ser realizadas para orçar quanto será gasto com as obras.

As providências foram prometidas pelo próprio ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR), em reunião na última quarta-feira com a bancada cearense, quando reconheceu a gravidade da situação das BRs no Ceará.

Início das intervenções
A restauração da BR-222, do km 64 até o município de Sobral, um dos trechos mais problemáticos no Estado, já está devidamente licitada, segundo o parlamentar. O início da obra, orçada em R$250 milhões, está previsto para o meio do ano, logo após a quadra chuvosa no Estado.

“Depois de 26 anos é a primeira restauração que vai ser feita nessa rodovia. A obra vai inclusive tirar a curva da morte, perto de Itapajé”, destacou Guimarães.

Para o deputado Danilo Forte (PMDB), a força-tarefa montada pelo Dnit nacional vai garantir uma melhor execução das obras nas estradas cearenses, assim como vai possibilitar uma maior fiscalização do que for feito. “Eles sabem que há muita queixa e constatação da precariedade do serviço prestado por aqui”, critica.


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