Pioneira
desde o nome, a SP 348 consolida-se como referência em termos
de engenharia rodoviária e serviços aos usuários
A Rodovia
dos Bandeirantes comemorou 28/10/2004, 26 anos de modernidade. E
seu presente foi o primeiro lugar na Pesquisa Rodoviária
CNT/2004, sendo a única rodovia do País a receber
a nota máxima da avaliação.
Receber
o título de melhor rodovia brasileira, a partir do levantamento
feito pela Confederação Nacional do Transporte, é
o reconhecimento dos excelentes níveis de conservação,
segurança e conforto que a Rodovia dos Bandeirantes oferece
aos seus usuários. Com cerca de 160 quilômetros de
extensão, dos quais 78 totalmente construídos pela
concessionária AutoBAn, a SP 348 faz a ligação
São Paulo - Cordeirópolis.
Além
do reconhecimento do excelente padrão de qualidade do Sistema
Anhangüera-Bandeirantes, outra importante conquista da AutoBAn
foi a redução de mais de 60% no número de mortes
nas rodovias e queda de 18% nos índices de acidentes, e diminuição
em quase 23% nos registros de feridos desde o início da concessão.
Histórico
O nome
não foi escolhido por acaso: a palavra bandeirantes traduz
a essência dos primeiros desbravadores paulistas, que saíram
em direção ao interior do País em busca de
riquezas. Os bandeirantes foram, em grande parte, os responsáveis
pela expansão das fronteiras brasileiras. Foi justamente
com o objetivo de expandir fronteiras que, em 28 de outubro de 1978,
o presidente Geisel inaugurou a Rodovia dos Bandeirantes (SP 348),
uma estrada moderna, construída com técnicas inovadoras
e projetada para abrigar o tráfego estimado até o
ano 2000, acabou tornando-se uma das principais vias de São
Paulo, responsável pelo transporte de grande parte de produtos
acabados e matérias-primas movimentadas no Estado.
Considerada
uma das mais modernas rodovias do País, a Rodovia dos Bandeirantes
é uma via expressa bloqueada, com acessos controlados, destinada
ao tráfego de longa distância e com velocidade fixada
em 120 km/h.
Depois do Programa Estadual de Concessões que, em maio de
1998, transferiu a administração do Sistema Anhangüera-Bandeirantes
para a AutoBAn, muitas obras de recuperação e ampliação
foram realizadas para garantir a segurança dos cerca de 160
mil veículos que chegam a trafegar diariamente pela rodovia.
Certamente
a mais ousada obra da AutoBAn foi a construção de
um novo trecho de 78 quilômetros, levando a Rodovia dos Bandeirantes
até o município de Cordeirópolis, na região
de Limeira. Utilizando-se das mais modernas técnicas de engenharia
rodoviária, o prolongamento que liga Campinas a Cordeirópolis
foi construído em duas etapas. Entregue ao tráfego
em junho de 2001, o primeiro trecho - entre Campinas e Santa Bárbara
d'Oeste - foi inaugurado com a Maratona dos Bandeirantes, a primeira
realizada em uma auto-estrada. Com transmissão ao vivo por
rádio e TV, o evento contou com a participação
de mais de dois mil atletas nacionais e internacionais. A segunda
etapa, de Santa Bárbara d'Oeste a Cordeirópolis, foi
concluída em dezembro do mesmo ano. Com extensão total
de 159,67 quilômetros e responsável por mais da metade
do volume diário de tráfego do Sistema Anhangüera-Bandeirantes,
a SP 348 é considerada referência em termos de engenharia
rodoviária por sua concepção de auto-estrada,
por seu traçado de retas e curvas bem projetadas, pelas numerosas
pontes e viadutos e pelas extensas áreas em muitos tons de
verde. Juntamente com a Via Anhangüera, a Rodovia dos Bandeirantes
compõe um sistema rodoviário integrado, que representa
um importante vetor de desenvolvimento dos municípios que
estão em sua área de influência, além
de um significativo corredor para escoar a produção
de uma das regiões economicamente mais ativas do Estado.