Pedágio mais caro em 14 praças nas rodovias gaúchas a partir do dia 02

Postado dia 29/9/2017 | Tags:, , , , , , | 0 comentário

Foi autorizado aumento de pedágio em 14 praças nas rodovias estaduais do Rio Grande do Sul, que são administradas pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). Os aumentos entram em vigor dia 02 de outubro (segunda-feira). Os novos valores podem ser acessados clicando aqui .

Vejam a notícia com as explicações, postada hoje pela EGR no seu portal:

Recomposição de tarifas de pedágio permitirá investimento de mais de 1 bi nas rodovias administradas pela EGR

As tarifas das praças de pedágio das rodovias estaduais terão reajuste, a partir da 0h do dia 2, segunda-feira, dentro do processo de recomposição dos valores, cuja defasagem atingiu 86%, estando há 10 anos sem alteração. O reajuste, que será de 34,61%, restabelece parte da capacidade de investimentos da empresa pública, possibilitando a execução de uma série de demandas prioritárias nos próximos 6 anos, consolidadas a partir de reivindicações reprimidas das comunidades e presentes no contrato de gestão a ser firmado com o Governo do Estado. No curto prazo (1 ano), serão investidos R$ 160 milhões, no médio prazo (seis anos) o valor projetado alcança R$ 1,1 bilhão. (Confira aqui)
A EGR administra 901,3 km de estradas, distribuídos em 14 praças de pedágio. As praças de Portão, Campo Bom e Coxilha não tiveram qualquer reajuste desde 2006. Já as praças que antes eram administradas por concessionárias tiveram as tarifas reduzidas, ao serem absorvidas pela EGR, aos valores praticados em 2007. A recomposição levará as tarifas ao patamar que já era cobrado antes da redução.
“É importante destacar que esta recomposição ocorre porque os valores foram reduzidos, na época, de forma irresponsável, comprometendo a capacidade de investimentos da EGR e inclusive sendo objeto de apontamento dos órgãos de controle e fiscalização (Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Contadoria e Auditoria-Geral do Estado (CAGE), pois não houve um plano que embasasse a redução e mostrasse de onde sairiam os recursos para obras necessárias. Além disto, somente o preço do asfalto (principal matéria-prima utilizada) neste período teve correção de mais de 80%”, explica o diretor-presidente da EGR, Nelson Lidio Nunes. “Mesmo com a limitação de recursos, a EGR já vem fazendo mais do que as concessionárias anteriores e com a recomposição será possível incrementar estes investimentos”, completa.


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