O período das chuvas, que está chegando ao fim, deixa marcas nas estradas próximas e condições de risco para os motoristas, situação que só será normalizada depois que o tempo firmar. O trecho mais crítico na região é o da Rodovia Lúcio Meira (BR-393), entre a divisa de Volta Redonda com Barra Mansa, até no trevo da Via Dutra, no bairro Boa Vista. Os buracos se entendem por mais de 200 metros, na altura do Jardim Guanabara, obrigando os motoristas a se arriscarem em manobras muito perigosas.

Na longa descida entre os bairros Nove de Abril e Jardim Guanabara, quem tiver que sair para o acostamento, corre o risco de despencar de uma altura de cinco metros, em dois pontos onde as enxurradas levaram parte da rodovia. Na Via Dutra, a concessionária NovaDutra, que administra a estrada, está vencendo a guerra contra os buracos, graças a um programa permanente de manutenção.

Ontem, a governadora Rosinha Garotinho anunciou um programa de manutenção permanente para a Rodovia Saturnino Braga (RJ-155), estrada de 74 quilômetros que liga Barra Mansa à Rio-Santos (BR-101). Num trecho de dez quilômetros entre Barra Mansa e Getulândia, em Rio Claro, há buracos e pista encaroçada. Ainda não há previsão para o reinício da reforma da RJ-155, interrompida há dois anos.

A Via Sérgio Braga, de ligação entre Volta Redonda e Barra Mansa, está com trecho em mau estado na altura do Conforto, e no Km 0, entre a ponte sobre o Rio Bananal e a Metalúrgica Saint-Gobain. Pelo lado oposto do Rio Paraíba, a Avenida Presidente Kennedy, também de ligação entre as duas cidades, já apresenta buracos no trecho da divisa.

As chuvas também deixaram a estrada Penedo-Visconde de Mauá impraticável e esvaziaram os hotéis no fim de semana. Buracos e lama atrasam as viagens. O percurso de 27 quilômetros, que em condições normais é feito em meia hora, passou para duas horas e meia.

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