Os caminhões que chegarem ao Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná, carregados com mais de 50 mil toneladas de soja terão prioridade para atracar. A determinação partiu da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), em reunião com líderes de caminhoneiros e representantes de terminais portuários na tarde desta quinta-feira.

O objetivo é diminuir a fila de 53 quilômetros de caminhões, que chega na altura da fábrica de automóveis Renault, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

Para que haja a prioridade, porém, a Appa exige que os operadores portuários se comprometam a explorar a capacidade máxima de escoamento. A administração do Porto suspeita que as empresas operadoras de carga estejam fazendo uma “operação tartaruga” para pressionar o governo do estado a liberar os produtos transgênicos.

Sobre o pagamento dos dias em que os caminhoneiros se encontram parados às margens da BR-277, não houve acordo nesta quinta, pois não haviam representantes de empresas exportadoras na reunião em Paranaguá. A categoria recebe R$ 0,25 por hora para cada tonelada, mas reivindica que o valor suba para R$ 1.

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