Empresa deve absorver parte dos trabalhadores do RS na nova contratação

Em um prazo de 30 dias, os cegonheiros gaúchos devem iniciar negociações com a General Motors do Brasil (GM) para escoar parte da produção da fábrica da montadora instalada em Gravataí. A informação é do presidente do Sindicato dos Cegonheiros Autônomos do Rio Grande do Sul (Sintravers), Jefferson Casagranda, que depois de uma reunião com os associados da entidade no domingo, anunciou o cancelamento de um protesto em frente à montadora, nesta segunda, dia 8, e o comprometimento da GM em absorver parte dos trabalhadores gaúchos na nova contratação, aberta em fevereiro.

No Estado, a disputa pelo mercado de transporte de carros novos no país, que movimenta mais de R$ 1 bilhão por ano, começou em 2000, quando a GM instalou uma unidade em Gravataí. Descontentes com a contratação exclusiva de empresas filiadas à Associação Nacional das Empresas Transportadoras de Veículos (ANTV), de São Paulo, cegonheiros filiados ao sindicato gaúcho entraram com queixa no Ministério Público Federal, que, depois de dois anos de investigação, apontou crime contra a ordem econômica e superfaturamento no preço dos fretes.

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