As condições encontradas ao longo de 88 quilômetros da BR-280, de Corupá a São Francisco do Sul, foram conferidas, ontem, por integrantes da comissão especial da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul, que acompanha ações referentes à rodovia desde 2001. A comitiva também percorreu o trecho compreendido entre a BR-101 e o Portal, na entrada de Jaraguá do Sul.

Segundo a presidente da comissão especial da BR-280, vereadora Maristela Menell (PFL), a maior preocupação é com o cumprimento do contrato firmado entre o Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (DNIT) com a Sconntec Ltda, de Curitiba, empresa vencedora da licitação, responsável pela manutenção da rodovia. Lembra que a “Operação Tapa-buracos” também inclui trabalhos de roçagem e manutenção das placas de sinalização. De acordo com Maristela, em novembro de 2003 o responsável técnico da Sconntec afirmou que os buracos da BR-280 seriam recortados para depois serem recapeados, fato que não aconteceu. “Não foram feitos os recortes e que o recapeamento é de má qualidade e pouca durabilidade”, afirma a vereadora.

A comitiva também ressaltou a necessidade de taxões nas laterais de acesso ao viaduto que corta os bairros Estrada Nova e Rau, obrigando os motoristas a reduzir a velocidade. A preocupação com a paralisação das obras do viaduto de acesso à Unerj, à espera de liberação de equipe técnica do DNIT, em Brasília, também foi enfocada. No Portal, o foco foram as precárias condições da ponte, que recebe tráfego pesado, no limite com Guaramirim. Os resultados da vistoria serão enviados ao órgão.

O responsável pelo escritório regional do DNIT de Joinville, engenheiro civil Antônio Bessa, garante que os trabalhos de roçagem e manutenção são feitos de ponta a ponta na rodovia, assim como o recapeamento asfáltico, a cada dois meses. No trecho catarinense, a 280 corta do porto de São Francisco do Sul até Porto União, totalizando 221,1 quilômetros.

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