Em quase seis anos de operação no Paraná, onde detém 476 quilômetros de malha rodoviária, a concessionária Viapar já realizou investimentos que possibilitaram ampliar e modernizar importantes trechos, antes considerados gargalos para o desenvolvimento em várias regiões.

A duplicação de várias rodovias, como a PR-317 entre Maringá e Floresta, BR-376 entre Maringá e Mandaguaçu e BR-369 entre Apucarana e Arapongas, que exigiram também a construção de viadutos e a ampliação dos que já existiam, são algumas das principais realizações da concessionária.

Diante de uma média estadual de crescimento do tráfego rodoviário de 0,5% ao ano, as estradas da Viapar apresentavam nível de estrangulamento insuportável não só naqueles trechos, mas em muitos outros. Por isso, a entrega do contorno de Campo Mourão não só trouxe maior comodidade para os motoristas ao agilizar as viagens, como tirou o tráfego intenso e pesado do centro daquela cidade. Tudo isso, somado a um grande volume de obras de restauração ao longo da malha, com a construção também de terceira pista em vários pontos, remodelação de trevos e trabalhos permanentes de conservação, colocaram as rodovias administradas pela empresa entre as melhores do País, de acordo com levantamento anual realizado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), que investiga as condições da malha em todo o País.

Até o final do ano a Viapar estará concluindo a duplicação da BR-369 entre Apucarana e Arapongas e a etapa final da duplicação da BR-376, entre Maringá e Mandaguaçu.

O efeito direto dessas obras de ampliações e melhorias está no conforto dos usuários e, principalmente, na maior segurança ao se deslocarem pelas rodovias. Prova disso é que, em quase seis anos de concessão, o número de óbitos registrados em acidentes nas estradas da Viapar caíram 50% em relação a 1997, quando ainda não havia sido implementado o programa de concessão.

Por outro lado, as empresas de transporte ganharam melhores condições de competitividade porque, com estradas bem conservadas, houve a redução de seus custos operacionais. O mesmo aconteceu com a agricultura, que passou a ser servida de um moderno sistema de escoamento.

O diretor de Engenharia e Operações da concessionária, Cláudio Veloso, observa que um dos principais benefícios do programa de concessão foi o de oferecer condições para o fortalecimento da economia regional, o que seria impensável com estradas precárias. Em muitos municípios, como Maringá, Apucarana, Mandaguari, Campo Mourão e outros, as boas condições da malha estão ajudando a atrair um grande número de novas empresas.

Tudo isso sem falar que a própria Viapar, ao gerar 4 mil empregos diretos e indiretos e movimentar cerca de R$ 100 milhões por ano, corresponde à atividade de um município de 16 mil habitantes, em franco processo de desenvolvimento.

Um “município” que, em 3 anos, já destinou mais de R$ 8 milhões em imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISSQN) – incidente diretamente sobre a cobrança da tarifa do pedágio – para que 23 municípios servidos por sua malha os transformassem em benefícios para a população.

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