O diretor geral do DER/RR, engenheiro Carlos Levischi, considerou ontem como “normais’ as demissões de funcionários do órgão, ocorridas no começo deste mês, e negou que elas tenham motivação política ou de perseguição.
Levischi disse que o DER/RR está apenas seguindo uma situação muito comum no setor de construção de estradas, “onde a rotatividade da mão de obra pode chegar até a 10%, o que é normal no setor”, principalmente quando se aproxima o final do ano.
Carlos Levischi observou que o DER/RR tem hoje cerca de 3.500 funcionários, “e o que aconteceu: não podemos manter nos quadros do Departamento pessoas que não querem trabalhar, que não têm compromisso com o emprego que ganharam”.
Levischi disse também ser necessário que “se dê oportunidade de emprego a outras pessoas, porque para cada demitido no DER/RR nós temos 50 pessoas pleiteando uma vaga”.
Para o diretor do DER/RR, é necessário que no serviço público se tenha servidores capazes e com vontade para o trabalho. “No fundo, estamos trocando quem não quer trabalhar por quem quer trabalhar”.
Levischi disse que o processo de demissão no DER/RR é feito com base na conduta de cada servidor dentro do Departamento.“Quem tem que tomar conta do seu emprego é o próprio empregado”, sugeriu Carlos Levischi.

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