Antônio Mota Filho, diretor do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit), órgão do governo federal responsável pela BR-070, propôs uma ação mais ostensiva da Polícia Rodoviária Federal nos trechos mais críticos da via, aqueles onde os riscos de acidentes são maiores. Ele defende o uso de radares para controlar a velocidade.

E já anunciou pelo menos duas medidas concretas, com prazo estabelecido para estar funcionando: “Em até três meses, teremos no trecho mais crítico da rodovia placas de alerta e medidores de velocidade. Além disso, será construída uma passarela de pedestres”, prometeu Mota Filho.

A deputada distrital Érica Kokay (PT) diz que essas medidas são emergenciais e não quer que se tornem permanentes. Por isso, exige a duplicação da pista e diz que sua bancada vai acompanhar de perto a elaboração do projeto e exigir que ele seja executado. “O que queremos é que seja feita a obra completa, e não pequenas ações para minorar o problema”, afirma.

Na opinião do líder do PT na Câmara Legislativa, Chico Vigilante, seu partido precisa buscar recursos em outros órgãos do governo, como o Ministério da Justiça, para conseguir a duplicação da BR-070. Manoel Pereira Batista, líder comunitário em Águas Lindas, conta que a reivindicação da duplicação vem desde o surgimento da cidade, há quase 10 anos. Hoje, Águas Lindas tem 200 mil habitantes.

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