Mato Grosso aparece em sexto lugar entre os estados brasileiros onde as rodovias estão em pior situação.

Cresceu 89,6%, em 2003, a extensão dos trechos em condições precárias que cortam Mato Grosso, se comparado a 2002.

Os dados são de um levantamento realizado pelo Guia Rodoviário 2004, produzido pela equipe do Guia 4 Rodas, que chega às bancas na quinta-feira (8).

O sexto lugar de MT foi “conquistado” por conta dos 567 km de rodovias com sérios problemas, ficando atrás de Bahia, Paraná, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul. A extensão equivale a uma distância entre Cuiabá e Vila Bela da Santíssima Trindade, 562 km a oeste da Capital.

O estado de conservação da malha rodoviária de Mato Grosso saiu dos 299 km de extensão, em 2002, para os 567 km, em 2003.

A comparação entre as duas edições do Guia Rodoviário mostra que Mato Grosso subiu duas posições entre as piores rodovias do país.

A publicação tem como base dados coletados durante todo o ano 2003 até o início do mês passado por grupos de jornalistas especializados em todo o país, que percorreram mais de 250 mil km de estradas federais e estaduais.

A publicação apurou que 7.886 km de trechos de rodovias no Brasil estão nessa situação. O quadro caótico sequer permite que o condutor do veículo trafegue numa velocidade de 60 km/h.

Além de exigir atenção redobrada na pista, na maioria das vezes, um veículo parado na pista por problemas mecânicos é sempre obra do estado de conservação das pistas.

Pelo estudo, os buracos não estão presentes apenas em Mato Grosso. Em quase todos os estados brasileiros foram encontradas estradas com deformações e sinalização inadequada ou inexistente.

A equipe concluiu que a chuva está entre os responsáveis pela má conservação das rodovias.

Em muitas regiões do país e do Estado temporais, além de fazer desabrigados, resultaram também na destruição de pontes, erosões e rachaduras no asfalto.

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