Uma pessoa sofre um acidente grave em uma rodovia e fica presa nas ferragens do carro. Uma equipe chega para prestar os primeiros socorros. Enquanto tenta retirar a vítima do veículo, ela passa por telefone informações iniciais sobre o estado de saúde do motorista acidentado. Do outro lado da linha, um médico avalia a gravidade do caso, orienta o socorro a ser prestado, e informa qual o hospital mais próximo para onde a vítima deve ser levada. Em seguida, avisa ao hospital que se prepare para receber um paciente e antecipa suas condições de gravidade.

Essa é uma situação hipotética em que os Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) podem agir. O Samu é uma experiência revolucionária em diversos países do Primeiro Mundo e em algumas cidades brasileiras. Hoje, 19 milhões de pessoas em oito municípios – Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Campinas (SP) Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), São Paulo (SP) e Vitória da Conquista (BA) contam com o serviço. As equipes prestam o atendimento pré-hospitalar e realizam o transporte imediato das vítimas em situações de emergência. Elas são coordenadas pelas Centrais de Regulação Médica de Urgências, que recebem os pedidos de socorro 24 horas por dia, pelo telefone 192.

A meta do Ministério da Saúde é que o Samu seja implantado em 132 municípios e 20 capitais, o que irá permitir o atendimento de cerca de 68 milhões de pessoas até o final do primeiro semestre deste ano. Os Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também vão beneficiar a população brasileira, gerando empregos. Com a implantação do serviço em 152 cidades, mais de 15 mil postos de trabalho, diretos e indiretos, serão abertos.

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