Em auditoria de fiscalização das obras de duplicação da BR-392, entre as cidades de Pelotas e Rio Grande (RS), o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que exija da Concessionária de Rodovias do Sul a correção de defeitos observados no pavimento, especialmente nas proximidades do quilômetro 59,4. Foi verificado desgaste acentuado do pavimento, trincas com erosão e remendos mal executados.

O TCU também determinou que a Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infra-Estrutura Terrestre no Rio Grande do Sul (Dnit/RS) retifique termo aditivo em contrato assinado com a empresa Enecon S/A para consultoria e supervisão da obra, em que foi incluído acréscimo de serviços em valor superior ao autorizado pela Diretoria do Dnit. O engenheiro supervisor da unidade do Dnit em Pelotas, Vladimir Casa, disse que a retificação no termo aditivo do contrato com a Enecon refere-se a um engano cometido na elaboração do contrato e que já foi corrigido.