RECALL: A General Motors até tentou evitar, mas terá que fazer o recall de 5,9 milhões de veículos airbags defeituosos. O dispositivo era fabricado pela Takata, que declarou falência em junho de 2017. Foto: Divulgação

De acordo com a montadora, nova fase de convocação inclui SUVs e três diferentes marcas do grupo

General Motors até tentou evitar, mas terá que fazer o recall de 5,9 milhões de veículos airbags defeituosos. O dispositivo era fabricado pela Takata, que declarou falência em junho de 2017.

De acordo com a Reuters, a NHTSA, principal órgão de administração de segurança viária dos EUA, afirmou nessa segunda-feira (23) que rejeitou a petição da montadora para evitar o chamado.

A GM alegou que a substituição dos airbags poderá custar US$ 1.2 bilhão. A NHTSA destacou que os motoristas “correm o risco do mesmo tipo de explosão após exposição de longo tempo ao calor e umidade como outros infladores Takata que foram recolhidos”.

Os carros envolvidos no recall não são vendidos no Brasil e foram fabricados de 2007 a 2014. São eles: Cadillac Escalade, Chevrolet Silverado, Chevrolet Suburban, Chevrolet Tahoe, GMC Sierra e GMC Yukon.

Até hoje, 18 pessoas morreram nos EUA por causa dos airbags da Takata. Foram 15 pessoas em modelos da Honda, duas pessoas em carros da Ford e uma em um BMW de 2009. No Brasil já foram registrados casos fatais envolvendo um Civic e, mais recentemente, um Chevrolet Celta.

O defeito

Os airbags da Takata eram feitos com um agente químico, nitrato de amônio, que deteriora quando entra em contato com umidade e altas temperaturas. Quando isso acontece, a reação química faz com que as bolsas de segurança sejam infladas mais rápido do que o previsto, o que faz causa o rompimento da cápsula metálica que abriga o nitrato de amônio, projetando fragmentos contra o motorista ou os demais passageiros.

Fonte: Autoesporte

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