Cerca de dos mil caminhões estão parados há quase três dias  na BR-163. Parte da safra  de grãos do Mato Grosso está parada na estrada por causa dos atoleiros. O atraso é causado pelos atoleiros na BR-163.

Um total de 45 quilômetros sem asfalto bloqueia o movimento de uma estrada inteira. Moradores em torno da rodovia reclamam ; “os motoristas não respeitam ás entradas das propriedades , muitos ficam isolados sem poder sair entrar”.

Com as chuvas amazônicas o trecho sem pavimentação entre o município de Novo Progresso e distrito de Moraes Almeida (Itaituba) tem dois obstáculos; a serra do Castanha na comunidade de São José no município de Novo Progresso e a Serra de Moraes em Moraes Almeida.  A três dias o tráfego esta parado na serra do Castanha próximo comunidade São José, ônibus e caminhões estão parados ha fila dupla no local.    O trecho esta em obras, a cerca de 1.500 carretas bitrem que trafegam na rodovia por dia, a degradação do trecho é acelerada.

Caos na rodovia

O trecho da rodovia BR-163 pavimentado no estado do  Pará é o pior em estado de conservação, motoristas trafegam, em um arriscado zigue-zague para  fugir dos buracos.

Nos pontos em que não há asfalto, o piso escorregadio torna os trechos de subida um desafio aos motoristas. E, quando não chove, a poeira toma conta, reduzindo a visão.

Caminho aos portos

A safra do Mato Grosso é transportada para os portos de Miritituba e Santarém no Pará, este caminho  da BR-163, se tornou uma realidade irreversível a estimativa que neste ano 11 milhões de toneladas de grãos seguem pela rodovia até Miritituba e Santarém.

Dois pontos tornam a rodovia intrafegável no período da chuva, neste ano é a chamada Serra do Moraes, nas proximidades do distrito de Moraes de Almeida e a Serra do Castanha no município de Novo Progresso.

Neste domingo a reportagem do Jornal Folha do Progresso deparou com  uma fila de 45  quilômetros nos dois sentidos da rodovia saindo de Novo Progresso até a comunidade de São José, veículos menores trafegam pelo acostamento.

 

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