Tamoios tem ficado constantemente interditada em dias de chuva, por questões de segurança, diz a concessionária responsável. Moradores do litoral Norte quer a suspensão da cobrança de pedágio. Foto: Divulgação

O presidente da Câmara Municipal de Caraguatatuba, vereador Francisco Carlos Marcelino, o Carlinhos da Farmácia, esteve junto com o vereador Jair Silva, em São Paulo, na sede da Dersa, na última quarta-feira (11), reivindicando a suspensão da cobrança do pedágio em dias que acontecem as interrupções na Rodovia dos Tamoios (SP-099).

“É um absurdo o que está acontecendo. A concessionária não pode cobrar por algo que não terminou. Estamos lutando, junto com a Frente Parlamentar, para acabar com essa palhaçada”, disse Carlinhos da Farmácia.

Em seu documento, o presidente da Câmara cobra a suspensão do pedágio e a data máxima para retomada das obras dos contornos, já que as mesmas têm causado grandes transtornos com alagamentos em diversos pontos da região.

Os vereadores da região já haviam, no último encontro frente, conversado sobre o assunto, que foi pauta da reunião. Os parlamentares juntaram forças e solicitaram a presença dos deputados Paulo Corrêa Jr., Wellington Moura e Sérgio Vitor. Todos foram recebidos pelo diretor-presidente da Dersa, Milton Persoli, além de membros da direção administrativa, que responderam todas os questionamentos.

Jair Silva, que tomou posse na sessão da última terça-feira (9), espera uma solução para os problemas em breve. “Foi uma reunião muito produtiva. Abordamos e questionamos vários assuntos de interesse público. Vamos dar um voto de confiança ao diretor, que acabou de assumir, para que possa olhar com muita atenção para os problemas que estamos enfrentando. O munícipe do Litoral Norte está em primeiro lugar, se não houver soluções, seguiremos lutando e cobrando”.

Bloqueios constantes

Desde 2018, a Tamoios vem passando por bloqueios constantes em dias de chuva. Em novembro, o tráfego ficou interditado por mais de 90 horas e foram registrados 23 pontos de deslizamentos no local, sem pessoas feridas.

De acordo com concessionária responsável pela via, “as pistas são bloqueadas por questões de segurança quando o índice pluviométrico ultrapassa os 100 mm”.

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