TRISTEZA: Acidente na BR-406, em Maguaré (RN), deixa bebê de 9 meses morto. Caminhoneiro está com exame toxicológico vencido e motorista do carro não tem CNH. Foto: Reprodução

Com base no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), condutores não podiam estar dirigindo. Segundo a PRF, ocorrência foi registrada na segunda-feira (18)

Um acidente (sinistro) no km 36 da BR-406, em Guamaré (RN), na noite de segunda-feira (18), entre uma carreta e um carro de passeio, deixou um bebê, de 9 meses, morto, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Ainda de acordo com a PRF, o sinistro ocorreu no trecho conhecido como ‘Baixa do Meio’, bem próximo do local onde foi registrado na noite de domingo de Páscoa (17) um atropelamento que matou três ciclistas.

Segundo a PRF, a carreta bateu na traseira do Fiat Uno, que seguia na mesma direção da rodovia, no sentido Guamaré-Macau. Após a colisão, o motorista do carro perdeu o controle, saiu da pista e capotou.

Ainda segundo os policiais, no Uno, estavam quatro pessoas, um casal e seus dois filhos, sendo um de 4 anos e outro de 9 meses. O pai ficou gravemente ferido e a esposa teve escoriações. Ambos foram levados para o Hospital de Guamaré. Já as crianças, foram levadas para o hospital Walfredo Gurgel, em Natal. O bebê não resistiu aos ferimentos.

Versão do caminhoneiro

O caminhoneiro relatou à PRF que os faróis traseiros do Fita Uno estavam fracos. A perícia é quem vai analisar os fatos e indicar as causas da batida.

Segundo os policiais, o caminhoneiro permaneceu no local do sinistro. Ele foi submetido ao teste de bafômetro, que deu negativo para a ingestão de álcool. Entretanto, o exame toxicológico  – obrigatório para condutores profissionais categorias C, D e E – está vencido, e o motorista do carro não tem habilitação para dirigir carro.

A outra criança, de quatro anos, e a mãe dela sofreram escoriações. Já o pai teve uma fratura na costela, constatada no Hospital de Guamaré.

O Estradas manteve contato com a PRF no Rio Grande do Norte para saber mais detalhes da ocorrência. Até a publicação desta matéria, não obteve resposta.

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