Mesmo com apenas 1% das intenções de voto, candidato do novo espera voto de eleitores indecisos

Para o candidato ao Governo do Estado de São Paulo Rogério Chequer (Novo), os contratos de concessionárias de rodovia em vigência não podem ser renovados, para que novas empresas assumam a administração propondo tarifas fiquem mais baratas. “A política velha, hoje, está fazendo acordos com algumas concessionárias para poder prorrogar o preço por mais tempo, em trocas de obras que possam ter fins eleitoreiros”, pontuou o candidato, em evento de campanha no Calçadão de Ribeirão Preto, neste mês.

“A minha proposta é não permitir a extensão de contratos de concessão, para que nos novos contratos os preços da tarifa do pedágio possam cair. Novos contratos não exigem investimentos de contratos antigos”, complementa o candidato.

Chequer também defende a descentralização da divisão dos recursos do Estado, com os municípios com mais responsabilidades do que os governos estaduais e a União. O candidato, que é um dos fundadores do Movimento VemPraRua, aponta que essa pode ser um a forma de atrair mais empresas para os municípios, gerando mais empregos, e desenvolvendo o empreendedorismo.

Mesmo com cerca de 1% das intenções de voto na pesquisa Ibope para o Governo estadual, divulgada no dia 10 de setembro, Chequer acredita que possa receber reflexos do apoio que o candidato à Presidência da República pelo partido, João Amoêdo, em sua candidatura. Além disso, ele acredita que os eleitores ainda estão bastante indecisos.

“É natural que a campanha para governador e a campanha para deputados levem mais tempo para aparecer. Um percentual gigantesco de eleitores só escolhe o governador na última semana. No último dia. Nós esperamos que esse fenômeno ainda vá acontecer”, salientou.

Sobre educação, um dos gargalos do Estado, Chequer afirmou que a proposta é trabalhar junto aos municípios, quando o assunto é educação básica, e prevê o incentivo para centros de capacitação dos profissionais da área, com foco nos professores e em diretores. Já sobre a situação das universidades estaduais, ele defende que sejam cobradas mensalidades dos estudantes que tenham condições financeiras para pagar.

Quanto aos pedágios e às concessões das rodovias, Chequer propõe que os contratos vigentes não sejam renovados. Isso faria, de acordo com ele, que os preços das tarifas diminuam, já que as novas concessionárias teriam de fazer menos investimentos do que as que já ocupavam a administração das rodovias.

Fonte: www.revide.com.br

 

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