CONCESSÃO: A EPL informou que não trabalha com a possibilidade de adotar o modelo de pagamento de taxa de outorga para as futuras concessões de pedágio no Paraná. As atuais concessões se encerram em novembro de 2021. Foto: Divulgação/AEN

De acordo com a empresa, órgão não trabalha com a possibilidade de adotar o modelo de pagamento de taxa de outorga

O diretor-presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Arthur Luis Pinho de Lima vinculada ao Ministério da Infraestrutura, garantiu, em audiência pública promovida pela seção paranaense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/PR), na última sexta-feira (27), que o órgão não trabalha com a possibilidade de adotar o modelo de pagamento de taxa de outorga para as futuras concessões de pedágio no Paraná. As atuais concessões se encerram em novembro de 2021.

A nova concessão deve ter cerca de 3,8 mil quilômetros de rodovias pedagiadas divididos em até oito lotes. A EPL é responsável pela elaboração da modelagem do edital de licitação das futuras concessões.

Fonte: Bem Paraná

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