PNEUS
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A escolha de um pneu deve estar em conformidade com a legislação e o equipamento original definido pelo fabricante do veículo, ou por um órgão oficial (dimensão, índices de carga e velocidade, estrutura etc). É necessário levar-se em conta também as condições de utilização do pneu, afim de que as performances do mesmo respondam às necessidades do utilizador.

No mesmo eixo, é obrigatório usar dois pneus iguais com o mesmo desenho da banda de rodagem, a mesma dimensão e desgaste semelhante.

É importante não usar o pneu com uma pressão não recomendada, em uma velocidade ou com uma carga superior àquela determinada pelo seu índice.

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Em um pneu, existem várias marcações, entre símbolos, letras e números, para atender a diferentes objetivos. Algumas marcações são exigências normativas e que se aplicam em alguns países.

Para entender melhor como realizar a leitura do pneu, vamos utilizar o exemplo abaixo:

» COMO LER SEU PNEU

Os pneus devem ser trocados por diversos motivos, tais como desgaste, envelhecimento ou danos. Confira a seguir os casos mais comuns:

Danos – Um pneu danificado por um impacto, um obstáculo ou um objeto pontiagudo pode ser perigoso. Recomenda-se que seja visto por um profissional assim que possível, que lhe dirá se o pneu pode ser reparado ou se deve ser trocado.

Envelhecimento – Os pneus não têm uma duração definida. É importante que um especialista realize a verificação regularmente para detectar qualquer sinal de envelhecimento. Um envelhecimento excessivo dos pneus pode fazer com que percam aderência e, consequentemente, afetar a segurança.

Desgaste – Verifique regularmente a profundidade dos sulcos dos seus pneus. O limite legal de desgaste permitido para pneus de carros e caminhonetes é de 1.6 mm. A Michelin aconselha que se troquem os pneus antes de atingirem esse limite, uma vez que pneus gastos não oferecem segurança suficiente, além de estarem proibidos por lei.

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Sim. No entanto, pneus de esculturas diferentes não devem ser montados no mesmo eixo para evitar problemas no comportamento e na geometria do veículo.

Em caso de substituição de apenas dois pneus, seja em um veículo de tração dianteira ou traseira, a MICHELIN recomenda que a montagem dos pneus novos ou em melhor estado seja sobre o eixo traseiro, para melhor controle do veículo e maior segurança.

Este procedimento é fundamental para conseguir a máxima estabilidade em situações difíceis (frenagens repentinas ou curvas fechadas), sobretudo em solos escorregadios.

Para que esta técnica seja realmente eficaz, a MICHELIN aconselha verificar a pressão e o balanceamento dos pneus trocados de eixo, pois existem pneus cuja pressão é diferente entre os eixos dianteiro e traseiro.

Para ter o mesmo nível de uso entre os pneus do veículo, sugere-se um rodízio periódico entre os eixos, conforme recomendação dos fabricantes do veículo.

Nossa sugestão é que o rodízio seja feito com a orientação de um verificador técnico em uma revenda autorizada Michelin, preferencialmente a cada 7.000 km ou após a constatação da necessidade.

A pressão correta dos pneus é um fator primordial, não somente para otimizar as performances do pneu mas, sobretudo, por questões de SEGURANÇA.

A calibragem é necessária para o bom comportamento do veículo (dirigibilidade, frenagem, etc) e também para manter a integridade do pneu.

A pressão dos pneus é recomendada pelo fabricante do veículo e deve ser sempre respeitada.

As recomendações da pressão de utilização podem ser obtidas no manual do proprietário do veículo e, em alguns casos, podem estar afixadas na coluna da porta, na tampa do bocal de abastecimento de combustível ou no porta-luvas.

Uma baixa pressão pode alterar significativamente o comportamento do veículo. O mesmo ocorre no caso de uma pressão excessiva.

Para sua segurança e conforto, a MICHELIN aconselha verificar a pressão pelo menos a cada 15 dias e, sistematicamente, antes de uma longa viagem.

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Alinhamento é o processo de regulagem dos ângulos da direção e suspensão do veículo. O alinhamento dos pneus tem a função de manter as rodas do veículo o mais paralelo possível entre os ângulos de um mesmo eixo ou entre os diferentes eixos. Isso evita desgastes anormais rápidos, que comprometem a durabilidade dos pneus.

O alinhamento deve ser feito:

  • Em todas as revisões periódicas estipuladas pelo fabricante do veículo;
  • Sempre após um impacto forte contra buracos, pedras, guias ou outros objetos;
  • Sempre que houver a substituição de algum elemento da suspensão ou da direção;
  • Toda vez que notar algum comportamento estranho no veículo, tendendo a ir mais para um lado ou com dificuldade de se manter na trajetória;
  • Quando forem verificados desgastes irregulares nos pneus;
  • Sempre que houver substituição de pneus.

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Balanceamento é o processo de compensação feito para equilibrar o conjunto de pneu e rodas do veículo. O balanceamento é necessário para suprimir vibrações. Ele permite preservar os pneus, os componentes da suspensão e da direção de um desgaste prematuro. Pode acontecer que as vibrações não sejam sentidas no volante, mesmo que existam, porque algumas vezes o veículo as filtra. Daí a importância de balancear as rodas traseiras assim como as dianteiras.

O balanceamento deve ser feito:

  • Em todas as revisões periódicas estipuladas pelo fabricante do veículo;
  • Sempre que houver substituição de pneus;
  • Sempre que for efetuado conserto em pneus;
  • Por ocasião de vibrações no volante;
  • Sempre que houver substituição de elementos do conjunto rodante – por exemplo: pastilhas de freios, rolamento da roda, peças da suspensão, etc.

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Desvio lateral (ou deriva) é quando um veículo não consegue seguir uma trajetória reta, em uma estrada ou em uma via plana e em bom estado.

O desvio lateral ocasiona uma redução da segurança e do conforto na condução, já que o motorista tem que compensar o desvio com o volante.

Para fazer um diagnóstico correto do desvio lateral é preciso:

  • Analisar as últimas ocorrências ou manutenções no veículo: acidentes, substituição de pneus, troca de peças principalmente na suspensão;
  • Verificar os pneus por eixo: pressão, tipo, nível de desgaste, sentido de montagem;
  • Testar o veículo para constatar o tipo de desvio. Para isto, segure levemente o volante em uma reta, a uma velocidade estabilizada de 100 km/h (procure local com esta velocidade permitido por lei). Também se pode verificar o comportamento do veículo com testes de frenagem e aceleração, segurando levemente o volante.

Em casos gerais, o desvio lateral é consertado com o alinhamento e o balanceamento.

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É uma questão de segurança. A profundidade mínima legal de 1,6 mm (altura de índice de desgaste) é um critério importante a respeitar. Para facilitar a tarefa de verificação, a MICHELIN tem, em todos os seus pneus, indicadores de desgaste situados nos canais principais da banda de rodagem.

Quando esses indicadores estão na mesma altura da banda de rodagem, a troca se torna obrigatória.

 

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As pessoas confundem frequentemente o alinhamento e o balanceamento, mas eles são completamente diferentes.

Se você percebe que seu carro puxa para a direita ou esquerda quando você libera o volante por um curto período de tempo, você precisa verificar o alinhamento do seu veículo.

Se você percebe que o seu volante vibra ou o seu carro apresenta barulhos em determinadas velocidades, você precisa verificar o balanceamento das rodas do seu veículo.

O alinhamento do veículo é para ajustar os ângulos das rodas, mantendo-as perpendiculares ao solo e paralelas entre si. Já o balanceamento de um pneu permite que a roda gire sem provocar vibrações nos veículos em determinadas velocidades.

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A válvula é um elemento independente do pneu. Tem uma missão importante na vedação e, consequentemente, na segurança do veículo e no consumo de combustível. Submetidas a fortes pressões, as válvulas se deterioram por envelhecimento e pela ação da força centrífuga.

A MICHELIN aconselha a substituição da válvula a cada troca de pneu, para não comprometer sua durabilidade e a segurança do usuário.

Para limpeza dos pneus, recomenda-se somente a utilização de água e sabão neutro. Existem alguns produtos, encontrados nas lojas do ramo, destinados a facilitar esta limpeza.

Estes produtos podem ser utilizados, desde que não contenham substâncias derivadas dos hidrocarbonetos. Em nenhuma hipótese deve-se utilizar derivados de petróleo para a limpeza dos pneus.

Em caso de furo ou danos nos pneus radiais sem câmara, é permitida a reparação conforme a área em que ocorreu e o tamanho do dano.

Para fazer o conserto dos pneus do seu carro, opte sempre pela tecnologia oferecida nas revendas MICHELIN: a peça de reparação dos pneus (PRP), também conhecida como plug de reparação, destinada aos reparos de danos de 3 a 6 mm em pneus sem câmara.

No processo de reparação adotado pela MICHELIN, o pneu é examinado em toda a sua estrutura, principalmente na parte interna, a fim de detectar danos que possam prejudicar a mobilidade do veículo.

A aplicação dessa tecnologia corretamente garante a vedação total do furo, evitando a perda de ar durante a rodagem e garantindo a máxima segurança.

A MICHELIN não recomenda a reparação por mecha, mais conhecida como macarrão, porque é realizada muitas vezes pela parte externa, sem desmontar o pneu da roda e, portanto, sem exame prévio indispensável. Além disso, esse tipo de reparação não garante a vedação ao longo do tempo.

Para maiores informações, busque sempre uma revenda autorizada MICHELIN.

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