Se você vai viajar de ônibus nessas férias, antes de cair na estrada é importante informar-se sobre seus direitos para que tenha uma viagem tranqüila. Segundo o Procon-SP, as empresas devem manter painéis ou cartazes discriminando o destino, horários de saída e preço, em lugar visível e de fácil acesso. O seguro viagem só pode ser cobrado se o usuário aceitar.

No caso de interrupção ou atrasos, o passageiro tem direito à informação prévia e assistência como alimentação, local adequado para guardar as bagagens e hospedagem. Quando o atraso exceder uma hora, o consumidor poderá exigir o embarque em outra empresa que preste serviço equivalente e para mesmo destino, ou restituição do valor do bilhete. A passagem pode ser adquirida sem data de embarque, mas estará sujeita a reajuste de preço se não for usada dentro de um ano da data de emissão.

Se o veículo apresentar vidros quebrados, sujeira, bancos danificados ou se a empresa vender mais de um bilhete para a mesma poltrona, o consumidor poderá reclamar. Para tanto, é aconselhável anotar o número de registro do ônibus e guardar o canhoto da passagem como comprovantes.

Cinto de segurança

Ônibus fabricados a partir de 1999 devem obrigatoriamente oferecer o cinto de segurança. Verifique se o cinto está em condições de uso e lembre-se que é sua responsabilidade usá-lo. Passageiros que não afivelam o cinto podem ser arremessados no caso de acidente ou freada brusca, provocando lesões graves ou morte, inclusive em terceiros. O uso do cinto reduz em 70% o risco de ferimentos graves e mortes.

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