ALIADO: Aos 47 anos, o caminhoneiro Cajau Antonelli diz que não se arrepende da mudança profissional que tomou há 7 anos. Ele é mais um apoiador do Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito. "Temos que dirigir com segurança e responsabilidade", diz. Foto: Arquivo Pessoal

Capixaba, o caminhoneiro deixou a vida pública para cair na vida estradeira

Bacharel em direito, Cajau Antonelli deixou a vida pública, no Espírito Santo, há pouco mais de sete anos, para se tornar caminhoneiro. Atualmente, tem quase 120 mil seguidores no canal no YouTube, onde conta histórias, mostra a realidade da estrada e procura conscientizar os usuários das rodovias sobre a importância de preservar a vida no trânsito.

Aos 47 anos, o caminhoneiro diz que não se arrepende da mudança profissional que tomou e está feliz com seus ganhos. Ele é mais um apoiador do Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito e mostra, assim como Jair José Pereira, e tantos outros caminhoneiros, que existem muitos profissionais sérios e responsáveis ao volante dos pesados neste país.

Segundo Cajau, o caminhoneiro está sempre exposto aos perigos da estrada. Por esse motivo, procura conduzir seu caminhão de forma mais humanizada e segura. “Com essa atitude, eu contribuo duas vezes para que essa meta seja possível: minha conduta como profissional consciente e nas mensagens que eu passo em meus vídeos“, frisa.

 

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