
Ocorrência foi registrada na tarde dessa quarta-feira (20); carreta Volvo é da Videira Transportes
Um sinistro (acidente) no km 443, pista norte, da Rodovia Washington Luís (SP-310), na tarde dessa quarta-feira (20), em São José do Rio Preto (SP), envolvendo quatro veículos, sendo um utilitário e três carretas deixou o motorista do carro morto, após a colisão entre os veículos.
De acordo com o Boletim de Ocorrências (B.O.), o tráfego estava lento, devido a obras no local, quando o condutor da carreta Volvo FH540, Aureliano Antônio Messias, de 58 anos, foi flagrado dormindo ao volante antes da batida cochilou ao volante. o que provocou o choque contra o SUV, um Renault Captur, que ficou prensado contra uma carreta Scania R420, que por sua vez, chocou contra a carreta Scania R-450.
Com o impacto, o utilitário Captur foi jogado sobre a carreta Scania e a Volvo ficou sobre o utilitário. O motorista do Captur morreu no local. Ele foi resgatado pelos bombeiros horas depois.
Devido ao sinistro, a rodovia ficou interditada, no sentido Norte, por mais de cinco horas. A liberação ocorreu no fim da noite.
Caminhoneiros saíram ilesos
Ainda de acordo com o B.O., os três caminhoneiros envolvidos no sinistro não ficaram feridos. Eles fizeram o teste do bafômetro, e os resultados deram negativos para o uso do álcool.

Advogado de Mirassol
O homem que morreu era o advogado Gláucio Rogério Gonçalves Gouveia, de 53 anos. Ele era morador de Mirassol (SP) e viajava sozinho no veículo, que ficou completamente esmagado pela carreta Volvo, da Videira Transportes, com sede em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Segundo o site, a empresa, em 2023, estava com 550 funcionários, 40 anos no mercado e mais de 35 mil viagens realizadas.

Videira Transportes não manifesta-se
O portal Estradas procurou a Videira Transportes, por meio de telefone, para obter mais detalhes sobre as condições de trabalho do motorista. A mulher que atendeu à ligação, do setor de RH, disse que o gerente de Segurança do Trabalho é quem está respondendo sobre a ocorrência, mas ele não estava na empresa. A reportagem pediu para ela entrar em contato, mas até a publicação desta matéria, não o fez.
O Estradas também procurou a Polícia Militar Rodoviária do Estado de São Paulo (PMRv-SP) para saber sobre a jornada do caminhoneiro. Até a publicação da matéria, a Corporação não respondeu à solicitação.











