
Certame foi realizado na Bolsa de Valores, em São Paulo, e contou com três participantes. Vencedor ofereceu desconto de 13,81% sobre o valor da tarifa de pedágio, que deverá ser de R$12,55
A MT-140 e outras quatro rodovias mato-grossenses passam a ser administradas pelo Consórcio RDG Sinop, que venceu o leilão realizado no dia 30 de junho, na sede da B3, antiga Bolsa de Valores de São Paulo, na capital paulista.
O trecho de 634 quilômetros fica no entroncamento da BR-163, em Sinop (MT); entroncamento da BR-163, em Vera (MT), início do perímetro urbano do Planalto da Serra (MT); e entroncamento com a BR-070, início perímetro urbano de Chapada dos Guimarães (MT), e abrange as rodovias estaduais MT-020, MT-140, MT-225, MT-244 e MT-251, sendo que a MT-140 é a principal entre todas. O período da concessão é de 30 anos, e os investimentos previstos são de R$2,7 bilhões. O consórcio vencedor é formado pelas empresas:
- Terracom
- Construtora Camilos
- Estrutural Concessões
- Elenco Participações
- Vale do Rio Novo Engenharia
O certame contou com a participação de três consórcios, e o RDG Sinop saiu vencedor ao oferecer desconto de 13,81% sobre o valor da tarifa de pedágio, resultando em um valor de R$12,55.
Já o segundo consórcio que foi a viva-voz, mas sem apresentar nova proposta, foi o Rota Multimodal CS Infra, com oferta final de 13,31%. Ele era composto por CS Infra SA, MT Sul Construções Limitada e TPI Triunfo Participações e Investimento.
O terceiro concorrente foi o consórcio Rota Multimodal Nova MT, que ofertou desconto de 8,49%. Era formado pelas empresas Neo Invest SA, Guaxe construtora e Galápagos Participações.

Análise da documentação
A partir de agora, toda a documentação das empresas participantes será analisada pela equipe técnica da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra). Somente após essa etapa os contratos de concessão serão assinados, possibilitando o início dos serviços operacionais e de manutenção nas rodovias.
Além dos investimentos, o consórcio também assumirá despesas operacionais (Opex) estimadas em R$ 2,5 bilhões. A concessão deve gerar 29 mil empregos ao longo do contrato, sendo 16 mil diretos e 13 mil indiretos.
Pedágios
Segundo a concessionária, o trecho de 634 quilômetros deverá ter nove pórticos de pedágio no sistema free flow, além de quatro balanças; seis bases de Serviços Operacionais – apoio ao usuário – e três Pontos de Apoio ao Caminhoneiro.










