IMPROVISO: Perto de com,pletar um mês, desde que a Belém-Brasília (BR-010) rompeu-se, por conta do transbordamento de um Igarapé no Km 211 da rodovia, em Ipixuna do Pará, sudoeste do Estado, e o Dnit ainda não reparou o trecho definitivamente. Antes, fez um desvio de terra. Fotos: Cícero da Silva/Arquivo Pessoal

De acordo com o caminhoneiro Cícero da Silva, que passou no local nessa semana, o desvio em terra feito pelo Dnit tem cerca de 1 quilômetro (veja vídeo)

Passado quase um mês desde que a Belém-Brasília (BR-010) rompeu-se, por conta do transbordamento de um igarapé no Km 211, em Ipixuna do Pará, sudoeste do Estado, e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) ainda não reparou o trecho definitivamente.

Diante da falta de agilidade em resolver o problema, a solução que a Autarquia encontrou foi improvisar um desvio em terra e pedra, com aproximadamente mil metros de extensão, para minimizar os transtornos aos usuários, na maioria caminhoneiros, que circulam diariamente pelo local.

Nessa semana, o caminhoneiro Cícero Luiz de Lima Silva – que faz o trajeto São Paulo-Belém pela empresa Pacífico Log – passou pelo local e enviou um vídeo no qual mostra como está o local, desde a interdição da via na região de Ipixuna do Pará.

Segundo Silva, que é natural de Serra Talhada (PE) e morador de São Paulo – o Dnit implantou no local a operação ‘Pare e Siga’, nos dois lados do desvio. Eu entrei, fiz uma curva em C, entrando à direita. Percorri no máximo um quilômetro”, explicou.

RÁPIDO: O caminhoneiro Cícero da Silva – e seu bruto Volvo FH-480 – foi beneficiado quando chegou no desvio, sentido Tocantins, na Belém-Brasília. “Eu cheguei e, em 5 minutos, já entrei no desvio e atravessei em 5 a 7 minutos”. Foto: Cícero da Silva/Arquivo Pessoal

Silva disse ainda que o problema é que passa um veículo por vez. “Eles seguram um lado e libera o outro. Mas não dá mais que um quilômetro e consegui fazer o desvio em 5 a 7 minutos. Quando cheguei próximo ao desvio, sentido Tocantins, logo foi minha vez. Então, não fiquei parado muito tempo. Mas tenho conhecimento de colegas que chegou a ficar quase uma hora e meia parados, na espera para adentrar ao desvio, porque a fila estava grande demais”, frisou.

De acordo com Silva, há alguns trechos no trajeto que têm muitos buracos por conta das fortes chuvas que caíram recentemente na região. “A gente tem que tomar muito cuidado para andar, principalmente, à noite, porque a gente não vê os buraco e pode cair dentro, mas fora isso não tem muitos problemas, pelo menos no trecho que eu passo”, concluiu.

Estradas entrou em contato com o Dnit para saber quando a rodovia será recuparada e liberada totalmente, mas não obteve a resposta até a publicação da matéria.

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