Gaúcho, Jerry Adriane foi apresentado nesta segunda-feira (7) como novo diretor do Denatran, durante a posse do Secretário Nacional de Transportes Terrestres, Gen. Megid Júnior. Foto Divulgação

O gaúcho Jerry Adriane Dias Rodrigues sempre esteve ligado às questões de segurança viária

O inspetor da Polícia Rodoviária federal (PRF), Jerry Adriane Dias Rodrigues, natural de Caçapava do Sul (RS), foi nomeado como novo diretor geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) em substituição a Maurício José Alves Pereira.

Jerry Adriane foi apresentado como novo diretor, nesta segunda-feira (7), durante a posse do novo Secretário Nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, General da Reserva, Jamil Megid Júnior.

O novo diretor terá em sua equipe alguns nomes conhecidos no setor, como: Pedro Souza, da PRF; Francisco Garonce, que volta ao posto de onde saiu em 2018 para ser comentarista de segurança em um programa de TV; Eduardo Sanches, Daniel Mariz e Carlos Magno, que atuarão nas coordenações gerais.

O gaúcho é casado e pai de três filhas. Começou sua carreira em 1994, na Polícia Rodoviária Federal, no Rio Grande do Sul, chegando ao posto de Superintendente Regional da corporação, em 2012. Antes, ocupou a chefia da Divisão de Multas e Penalidades do Departamento da Polícia Rodoviária Federal (DPRF), em Brasília, onde reside.

Jerry Adriane também foi membro do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e estava atualmente como assessor parlamentar da Frente Parlamentar do Trânsito Seguro, presidida pelo deputado federal Hugo Leal, conhecido por ser o autor da Lei Seca.

A notícia da nomeação repercutiu muito bem entre os especialistas. Considerado homem íntegro e muito competente, o novo Diretor Geral do Denatran também é muito próximo das entidades de vítimas de trânsito.

Para o Coordenador do SOS Estradas, Rodolfo Rizzotto, a nomeação de Rodrigues e o nível da equipe que vai compor o órgão é um sinal de que o Governo está no caminho certo. “Sua atuação como PRF, como assessor no Parlamento e no Contran é muito respeitada. Além disso conhece de perto o drama das vítimas. Agora é fundamental que o Governo dê condições ao órgão de trabalhar, não contingenciando os recursos como faziam os governos anteriores.”, acrescenta Rizzotto.

 

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