TRAGÉDIA: Motorista da colisão de ônibus com carreta na RJ-186, em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste Fluminense, morreu nessa quinta (16). Foto: Redes Sociais

De acordo com o Hospital Estadual Vereador Melchíades Calazans, em Nilópolis, na Baixada Fluminense, Saulo Antônio Ribeiro de Albuquerque, de 33 anos, não resistiu aos ferimentos provocados pelo incêndio, e faleceu nessa quinta-feira (17)

Morreu na tarde desta quinta-feira (17), no Hospital Estadual Vereador Melchíades Calazans, em Nilópolis, na Baixada Fluminense, o motorista Saulo Antônio Ribeiro de Albuquerque, de 33 anos, que se envolveu em acidente (sinistro) na RJ-186, em Bom Jesus de Itabapoana (RJ), na última terça-feira (15), e teve 90% do corpo queimado.

De acordo com o Corpo de Bombeiros (CB), o motorista chegou a ser transferido de helicóptero para o hopistal, foi intubado, mas infelizmente faleceu no final da tarde de quinta-feira (17).

Ainda de acordo com o CB, as demais vítimas que foram socorridas, apenas uma senhora permanece internada, porque inalou muita fumaça. O estado de saúde dela é estável.

O sinistro

Na tarde de terça-feira (15), em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste Fluminense, uma carreta cruzou a rotatória da RJ-186,  no entroncamento com a RJ-, procando a colisão com o ônibus da Viação Liberdade, que era conduzido por Saulo Antônio Albuquerque. Na ocasião, oito pessoas ficaram feridas, entre elas, Saulo, que teve 90% do corpo queimado, de acordo com o Corpo de Bombeiros de Itaperuna.

NÃO RESISTIU: Saulo Antônio Albuquerque teve 90% do corpo queimado e não resistiu aos ferimentos.

Segundo os militares, as vítimas foram levadas para o Hospital São Vicente de Paulo. Devido à gravidade dos ferimentos, Saulo foi transferido de helicóptero ao Hospital Estadual Vereador Melchíades Calazans, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.

De acordo com os Bombeiros, a colisão contra a carreta, carregada de madeira, ocorreu na altura do trevo de Bom Jesus, no entroncamento com a RJ-230, e três viaturas ajudaram a conter o incêndio no local.

Segundo os policiais, o ônibus seguia na via preferencial e que o caminhão deveria parar e esperar o ônibus passar. O caminhoneiro deve prestar depoimento, além de testemunhas do sinistro.

De acordo com a Polícia Civil, uma análise prévia da perícia mostrou que o incêndio foi provocado porque o coletivo bateu no tanque de combustível da carreta, justamente com a parte do ônibus em que fica a parte elétrica.

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