O presidente da Companhia de Trânsito de Niterói (Nitrans), Sérgio Marcolini, disse o engarrafamento provocado pela manifestação dos ativistas do Greenpeace na Ponte Rio-Niterói chegou à Estrada Caetano Monteiro, em Pendotiba, a 20 quilômetros da ponte. No trecho Niterói-Manilha da BR-101, o congestionamento foi até Jardim Catarina, a 18 quilômetros da ponte.
Segundo Marcoline, o plano de contingência foi acionado mas foi insuficiente para evitar que o trânsito parasse em praticamente todas as ruas de Niterói, inclusive as transversais, por causa do protesto do Greenpeace.
– Niterói não suporta mais o trânsito da Ponte Rio-Niterói. É preciso que se estudem alternativas para separar o trânsito da ponte do fluxo normal do tráfego urbano de Niterói, que para toda vez que tem um problema na ponte – sugeriu o engenheiro.
O protesto dos Greenpeace bloqueou a pista da direita da ponte, no sentido Rio, das 7 às 10h, justamente o horário de maior movimento em direção ao Rio. Neste período, passam pelas quatro pistas 22 mil carros com destino ao Rio. O caos se estendeu aos centros urbanos de Niterói e São Gonçalo porque os motoristas procuraram alternativas, em vão, para fugir do caos.




