Apreensão-recorde-de-drogas-da-PRF-do-Paraná
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Novo diretor da PRF vem do Paraná

Em janeiro, Adriano Marcos Furtado, atual Superintendente da PRF do Paraná, assume a direção-geral do órgão, no lugar de Renato Borges Dias que fez um trabalho extraordinário na sua gestão.

A atuação de Dias foi fundamental durante a paralisação dos caminhoneiros e conseguiu desmobilizar o movimento sem nenhum episódio de violência.

O Paraná tem realizado apreensões expressivas há muitos anos . Pela localização geográfica, o seu superintendente, em breve diretor-geral, já conhece os atalhos para fortalecer o combate ao crime.

Paraná terá o terceiro diretor em quatro gestões

A indicação de Furtado revela a importância do estado na PRF. Esta será a terceira gestão de um diretor-geral oriundo do Paraná.

Antes do atual Renato Dias, que é de Goiás, estiveram à frente o inspetor Hélio Cardoso Derene, que ficou oito anos comandando o órgão, sendo substituído pela inspetora Maria Alice Nascimento Souza, que permaneceu de 2011 até janeiro de 2017, quando Dias assumiu.

A Polícia Rodoviária Federal conta atualmente com, cerca de, 10 mil policiais, entre homens e mulheres, e precisaria pelo menos mais 3.500 para atender ao mínimo previsto pela legislação.

Com a possibilidade de mudanças na Previdência Social, há perspectiva de que muitos policiais rodoviários peçam aposentadoria deixando o quadro atual ainda menor.

É importante lembrar que o efetivo dos dias de hoje é menor do que o disponível em 1994, quando a frota e a malha rodoviária eram muito menores, sem contar que o tipo de crime que a corporação combatia era completamente diferente.

A PRF é recordista em apreensão de drogas, contrabando, armas e munição. Sua atuação nas rodovias é essencial para combater à criminalidade.

A falta de recursos fez com que a corporação fosse obrigada a fechar dezenas de postos nas rodovias e, inclusive, chegou a ficar sem combustível suficiente para atender às suas demandas.

É preciso fortalecer cada vez mais a PRF e o futuro ministro Moro sabe que a instituição é fundamental para o combate à criminalidade, ao tráfico de armas, às drogas e ao contrabando. Por isso, novos concursos são essenciais para que o quadro aumente e o novo diretor-geral consiga realizar sua missão com a necessária eficiência.

 

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