É BOM TRABALHAR AQUI: 88% dos colaboradores da concessionária Rota do Oeste a elegeram como uma boa empresa para se trabalhar. Foto: Divulgação

Certificação contou com participação e avaliação espontânea de 82% dos colaboradores

88% de aprovação. Esse foi o percentual obtido em pesquisa com funcionários da concessionária Rota do Oeste, responsável pela operação da BR-163, no Mato Grosso, que passa a ocupar espaço entre as Melhores Empresas Para Trabalhar, tradução livre da certificação e do selo Great Place to Work (GPTW).

De acordo com a concessionária, a avaliação foi feita por meio de pesquisa respondida pelos funcionários que analisaram cinco frentes: Credibilidade, Respeito, Imparcialidade, Orgulho e Camaradagem. A aplicação do questionário ocorreu entre 15 e 26 de junho. A participação foi espontânea e obteve o envolvimento de 82% dos colaboradores. O resultado foi divulgado no início deste mês.

Para o diretor presidente da Rota do Oeste, Renato Bortoletti, o resultado positivo é reflexo do envolvimento de cada integrante nas atividades desenvolvidas diariamente, sempre com muita dedicação e empenho. “É satisfatório ter uma certificação comprovando que a empresa consegue chegar em um nível de satisfação alto e reconhecido pelos que fazem parte dela. Especialmente, em um momento de adversidade tão grande como o que estamos passando em decorrência da pandemia do coronavírus”.

Bortolleti destaca ainda que a empresa consegue reunir um grupo de pessoas com valores, compromissos e plano de vida em sintonia, sempre considerando acima de tudo o respeito às diferenças e à individualidade. “É importante trabalhar em uma empresa que preza pelo bem-estar de todos, que oportuniza a cada um ser como é, que tem lideranças e funcionários que convivem com respeito e harmonia, sempre seguindo valores e trabalhando com humildade”, comenta.

Nova disputa

Agora, conquistado o primeiro passo, que é a certificação, a Rota do Oeste inicia uma nova etapa de disputa por um lugar no ranking de 150 melhores empresas para se trabalhar no país. O índice de satisfação alcançado pela Concessionária é compatível às vencedoras de 2019.

Segundo Bortolleti, outro desafio da concessionária é a manutenção do selo. “Não somos, nós estamos entre as melhores. Esta é uma avaliação anual e já lanço o desafio para que em 2021 continuemos nesse patamar. Essa conquista representa muito para os Integrantes, que deixam suas casas e famílias para dedicar à empresa”.

A participação na pesquisa e certificação nasceu da intenção de identificar de forma isenta o sentimento dos integrantes com relação à empresa e ao trabalho desempenhado. Bortoletti aponta que a Rota do Oeste já realiza periodicamente a pesquisa de clima entre os funcionários, mas existia um interesse maior em ouvir esse colaborador. “Os resultados sempre são satisfatórios, a participação dos Integrantes sempre é alta, mas sentíamos que dava para ampliar essa avaliação e optamos pela análise da GPTW, que é uma certificação internacional, totalmente isenta e com credibilidade”.

Certificação

O GPTW é uma autoridade global no mundo do trabalho e especialista em auxiliar organizações na jornada para ser um excelente lugar de trabalho. Segundo o Great Place to Work, a sua missão é construir uma sociedade melhor, transformando cada organização. Hoje, estão distribuídos em mais de 60 países e, no Brasil (em São Paulo, Ceará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul). Desde 1997, a GPTW já reconheceu mais de 6.200 organizações. Conforme a equipe que atua na avaliação, toda certificação deve ser feita seguindo um ritual, com critérios definidos e de forma imparcial.

Sobre a Rota do Oeste

A concessionária Rota do Oeste assumiu a administração da BR-163 em 20 de março de 2014, por meio de um contrato de concessão firmado com o Governo Federal, com validade de 30 anos. O seu desafio é transformar a BR-163, que é o principal corredor de escoamento da produção agroindustrial do Centro Oeste, em uma rodovia cada vez melhor e mais segura. Diariamente, 70 mil veículos passam pela BR-163, dos quais 68% são caminhões.

Fonte: Assessoria de imprensa da Rota do Oeste

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