A Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR-PR) se pronunciou a respeito das investigações da Assembleia Legislativa do Paraná. De acordo com o diretor da entidade, João Chiminazzo Neto, o valor cobrado dos motoristas nas estradas não vai baixar. O governo do estado não quis se manifestar a respeito das declarações.

A ABCR representa os interesses das concessionárias e fala em nome das empresas. O motivo principal pontado pela entidade seria o prejuízo causado às empresas durante o governo de Roberto Requião, que administrou o governo entre os anos de 2002 e 2010.

No encontro com os jornalistas, Neto apresentou um resumo dos investimentos feitos pelas concessionárias e lembrou que as empresas já duplicaram 202 quilômetros de estradas no Paraná, desde 1998, ano em que começaram as concessões.

Segundo o presidente, até 2021, ano em que se encerram os contratos, as empresas deverão duplicar mais 670 quilômetros de estradas no estado. Apesar das obras, não será possível cumprir a duplicação total do anel de integração.

Para reduzir as tarifas, o presidente da entidade sugere apenas duas alternativas com os contratos. “Ou prorrogado ou reequilibrado. Porque, de repente, o governo pode chegar e dizer que tal e tal obra não é mais necessária. Se você tira a responsabilidade da concessionária, automaticamente, você vai atingir a tarifa”, argumenta.

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