REALIDADE: De acordo com a Abramet, em dez anos, mais de 13 mil ciclistas morreram após se envolverem em algum acidente de trânsito Foto: Divulgação

De acordo com a Abramet, em dez anos, mais de 13 mil ciclistas morreram após se envolverem em algum acidente de trânsito

Em tempos de isolamento e distanciamento social, muitos brasileiros se renderam às bicicletas como opção de transporte, atividade física e lazer. No entanto, a relação entre ciclistas e o trânsito das cidades brasileiras é conturbada, como mostra um estudo da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) publicado pelo Jornal da USP na última quinta-feira, 03: em dez anos, mais de 13 mil ciclistas vieram a óbito após se envolverem em algum acidente de trânsito, sendo 60% deles em atropelamentos. Outros 13 mil ficaram internados.

O estudo revela, ainda, que devido a estes acidentes cerca de R$ 15 milhões são gastos todos os anos pelo Sistema Único de Saúde, o SUS, para tratar de ciclistas que sofrem alguma lesão após colisão com outros veículos, sejam motocicletas, automóveis, ônibus ou caminhões.

Amparados pelo DPVAT em caso de acidentes de trânsito, os ciclistas fazem parte das mais de 930 mil pessoas não motorizadas e indenizadas pelo Seguro nos últimos dez anos. Vale destacar, ainda, que ao cobrir não apenas motoristas, mas todo e qualquer cidadão acidentado em ruas, estradas e rodovias do país, o DPVAT é, muitas vezes, o único amparo social que as vítimas de acidentes de trânsito possuem após o ocorrido. A grande maioria delas pertencentes às classes C, D e E.

Clique aqui para conferir a matéria completa sobre o estudo da Abramet e, também, a opinião de especialistas da USP.

Fonte: Seguradora Líder

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