Essas obras irão fomentar a economia local

Os deputados estaduais aprovaram nesta terça-feira, 24, o Projeto de lei do Executivo que trata de autorização para operação de crédito junto à Caixa Econômica Federal no valor de R$ 560 milhões a serem investidos em obras de infraestrutura e saneamento. Grande parte dos recursos será investida na recuperação de estradas estaduais que ligam os vários municípios sergipanos. Dentre as estradas a serem recuperadas estão as rodovias que ligam os municípios de Itabaiana e Lagarto, Tobias Barreto a Poço Verde, Colônia 13 ao povoado Brasília (Lagarto), além da rodovia João Bebe Água, em São Cristóvão.

Para o deputado estadual Francisco Gualberto (PT), líder do governo que conduziu a bancada à aprovação, essas obras irão fomentar a economia local e gerar emprego e renda para várias comunidades no interior de Sergipe. Após um longo debate com integrantes da oposição, Gualberto enfatizou que não se trara de empréstimo, e sim de financiamento. “Nessa modalidade o governo apresenta o plano de ação, executa a obra, a Caixa inspeciona e depois libera os recursos”, explica. “Não é verdade que o governador usará o dinheiro de qualquer forma. A Caixa só libera os recursos mediante o acompanhamento das obras. No contrato de financiamento, se você não apresentar a obra o recurso não é liberado”, disse Gualberto.

Durante a sessão, alguns integrantes da oposição tentaram reprovar o projeto, inclusive misturando as coisas, segundo Gualberto. “Ser contrário a algo que vai beneficiar a população é um tipo de posicionamento que não é ético na política. Não confundam politicagem com interesses de Estado. Não se trata de um financiamento para o governo Jackson Barreto, é um projeto para o Estado de Sergipe, pois as obras não serão encerradas no próximo ano. Assumam que são contrários às obras e pronto”, disse Francisco Gualberto.

A carência para pagamento do financiamento junto à Caixa é de dois anos, período, inclusive, no qual o Estado irá melhorar sua capacidade de endividamento, que hoje é de 5,3%, podendo chegar a 11% da receita líquida corrente. “Isso significa que o próximo governo irá receber o Estado com estradas recuperadas ou obras em andamento, independente de quem seja. Além disso, receberá um Estado com capacidade de endividamento maior”, afirmou Gualberto. “Portanto, se a oposição fosse um pouco mais forte esse Estado estaria destruído. Não querem que as estradas sejam recuperadas para depois irem pedir voto ao povo usando esse argumento”, analisou o líder.

Por fim, frisa-se que nem todos os integrantes da oposição votaram contra o projeto, a exemplo da deputada Maria Mendonça e dos deputados Venâncio Fonseca e Paulinho da Varzinhas.

Fonte: JL Politica

 

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