Boliviana é presa por carregar cerca de 800 mil dólares não declarados

    Destino da mulher era Santa Cruz de la Sierra na Bolívia

    Uma mulher de 31 anos, de nacionalidade boliviana, foi presa ontem (15) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-163, em Nova Alvorada do Sul, por transportar cerca de 800 mil dólares não declarados na Receita Federal. Ela viajava de ônibus e faria uma parada em Campo Grande.

    De acordo com o site Dourados News, a PRF foi acionada porque a mulher havia passado mal durante o trajeto. Uma ambulância de resgate da CCR MSVia, concessionária que administra a rodovia, também foi acionada. O ônibus, que saiu do estado de São Paulo, tinha como destino a Capital.

    A equipe da PRF, ao revistar a mala da passageira, desconfiou do volume e do peso da bagagem. Ao abrir a bolsa, foi encontrado US$ 799,5 mil, o equivalente a R$ 3 milhões, divididos em vários pacotes.

    Após receber alta do hospital, a boliviana disse à polícia que iria levar o dinheiro até Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Ela foi presa em flagrante e levada para a delegacia da Polícia Federal em Campo Grande.

    Terceiro caso 

    A mulher não é a primeira a ser presa com uma quantidade muito grande de dinheiro em Mato Grosso do Sul, outros dois casos foram registrados no Estado só neste mês. No último dia 5, a Receita Federal apreendeu 7.760 euros, equivalente a cerca de R$ 44,8 mil reais, escondido em uma caixa de perfume, com um boliviano de 50 anos, que tentou entrar no Brasil por Corumbá, sem declarar o valor.

    Os fiscais da Receita devolveram ao viajante o valor de 2.240 euros, equivalente a R$ 10 mil, que é o limite permitido pela legislação brasileira para porte em viagem internacional sem a necessidade de declaração. O restante do valor foi apreendido.

    No primeiro caso, no dia 2, um Boliviano de 64 anos foi detido ao tentar, também, entrar Corumbá, mas com R$ 62,4 mil e 4 mil pesos bolivianos não declarados.

    O homem tentava cruzar a fronteira com um veículo, com placas do país vizinho, quando foi parado pela fiscalização. Ele disse que é gerente de uma empresa de transporte de passageiros e que todo o dinheiro seria usado para pagar contas. O valor permitido pela legislação brasileira para porte em viagem internacional sem a necessidade de declaração, de R$ 10 mil, foi devolvido para o homem.

    Fonte: www.correiodoestado.com.br

     

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