Juvir Costella (MDB) tomou posse na Secretaria Estadual dos Transportes. Foto: Guilherme Testa / Correio do Povo

Juvir Costella (MDB) tomou posse na manhã desta quinta-feira

A continuidade dos estudos para o processo de concessão das rodovias estaduais do Rio Grande do Sul marcou o ato de transmissão de cargo na Secretaria de Transportes. No governo de Eduardo Leite (PSDB), a pasta está sob a chefia de Juvir Costella (MDB). A solenidade aconteceu na manhã desta quinta-feira, no Centro Administrativo Estadual, em Porto Alegre.

Segundo o secretário, em fevereiro devem ser apresentados os estudos que mostram o diagnóstico das rodovias gaúchas e, a partir desse relatório, o Estado vai buscar parcerias para as concessões.

“Nós sabemos que muitas das estradas do RS, por intermédio do atual governo, vai se buscar parcerias, concessões. Eu tenho dito que não sou contra o pedágio. Eu sou contra o valor abusivo do pedágio. Essa discussão é que tem que ser feita. Não há como o Estado, num momento que enfrentamos crise, continuar cuidando de algumas questões como CRM, Sulgás, CEEE e estradas, além de outras questões que serão tratadas pelo governo”, avaliou Costella.

Questionado sobre a possibilidade da ERS-118 receber um posto de pedágio, o secretário disse que a rodovia que liga os municípios de Viamão, Gravataí e Sapucaia do Sul, na região Metropolitana, tem uma trafegabilidade urbana bastante grande de moradores dessas cidades, o que pode dificultar a instalação de uma praça de pedágio no local.

Em relação à Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), Costella disse que a empresa pode ser privatizada, se essa for a necessidade do Estado. “O governador tem dito que o Estado do RS tem que ter uma empresa pública para cuidar das concessões. E se tivermos que fazer a privatização da EGR, nós vamos fazê-la. A busca é de que forma nós vamos fazer a gestão do Estado, buscando atender a sociedade. Se a EGR terá que continuar para que a sociedade tenha melhor serviço, nós vamos continuar com a EGR, mas essa não é uma discussão só do secretário e sim de um conjunto de governo que vai tomar essa decisão”, explicou.

Em agosto do ano passado, durante a campanha eleitoral, Eduardo Leite disse que “a EGR é um erro” e que a empresa administra estradas sem qualquer responsabilidade para investimentos.

Fonte: Rádio Guaíba

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