FRACASSO: O coordenadordso SOS Estradas, Rodolfo Rizzotto, explica em comentário no canal no YouTube, o motivo do frcasso da greve dos caminhoneiros. Foto: Agência Brasil

Coordenador do SOS Estradas, Rodolfo Rizzotto, diz que ninguém fala em redução de jornada e melhores salários; pauta da redução do diesel é manipulada por grupos que usam os caminhoneiros

O coordenador do SOS Estradas, Rodolfo Rizzotto, explica no canal do Estradas, no Youtube, o que está por trás das paralisações e porque elas fracassam. Há supostas lideranças que na realidade são oportunistas de plantão.

Segundo ele, os caminhoneiros empregados nunca são tema das exigências. “Ninguém fala em redução de jornada, melhores salários e condições de trabalho. A pauta da redução do diesel é manipulada por grupos que usam os caminhoneiros”, frisa.

Rizzotto diz que o aumento do valor do frete só vai ocorrer quando os caminhoneiros, empregados e autônomos, não forem tratados como escravos. “Os profissionais dirigem sem parar nem dormir, muitas vezes em excesso de velocidade para chegar antes e ganhar uma bonificação, o que leva muitas vezes ao uso de drogas.”

Na visão do coordenador, os motoristas que dirigem mais horas do que devem, acabam colocando em risco a própria vida e de terceiros. “A oferta de horas homem ao volante aumenta que, somadas ao excesso de peso e velocidade, contribuem para baixar o valor do frete, além de estimular a concorrência desleal”, explica.

Ainda de acordo com Rizzotto, outro mito é a falta de pontos de parada. Segundo ele, na prática, o que deveria funcionar é uma diária mínima que permitisse ao profissional da estrada escolher onde parar, procurar estacionamentos fechados, com segurança e bons serviços. “Só assim, os proprietários do pontos de parada seriam estimulados a investir”.

BOM ATENDIMENTO: Desde sua inauguração, os postos da Rede Arco-Íris primam pelo bom atendimento e pela qualidade de seus produtos em todas as unidades. Na foto de Aderlei de Souza, o Arco-Íris do Km 82 da Via Dutra, pista sentido RJ, em Roseira (SP), é um exemplo.

Para o especialista, o que o governo está fazendo é apenas transferindo o custo do ponto de parada para o pedágio. “Isso é um bom negócio para a concessionária que vai investir menos do que vai faturar com o aumento da tarifa”.

Assista na íntegra no canal do Estradas, no YouTube, os mitos e fatos abordados por Rodolfo Rizzotto, que acompanhou as paralisações dos últimos 25 anos nas estradas e não nos gabinetes.

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