Sem freio, sem manutenção preventiva, sem fiscalização, enfim, sem condições seguras para trafegar. Esses foram os problemas apontados pelo laudo da perícia sobre o ônibus, de Goiás, que tombou na Floriano Rodrigues Pinheiro, em novembro do ano passado causando a morte de dez pessoas.
No ônibus estavam 48 romeiros de Santo Antônio do Descoberto, cidade do estado de Goiás. Eles já haviam passado por Aparecida e voltavam de uma visita a Campos do Jordão. Próximo ao km 30 da Floriano Rodrigues Pinheiro, o ônibus bateu nessa mureta de proteção e tombou na pista. Dez pessoas morreram no local, entre elas uma criança de três anos. Ao todo, 38 passageiros ficaram feridos.
Segundo a polícia, o motorista estava com a habilitação vencida desde setembro. E muitas pessoas estavam sem o cinto de segurança.
O laudo ressaltou que o ônibus foi dirigido de forma imprudente e criminosa e jamais poderia estar em funcionamento.
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