Levantamento destacou as rodovias federais mais perigosas do estado, apresentando as principais causas, tipos e as infrações mais constatadas pelos policiais

A PRF apresentou na sexta (9) levantamento da acidentalidade em rodovias federais do Rio Grande do Sul, considerando o período de 01/01/2017 até 31/10/2018.

O estudo indicou as rodovias federais mais letais do estado, bem como os principais trechos críticos para os acidentes graves. Também foram ressaltadas as maiores causas dos acidentes graves, os tipos de acidentes mais recorrentes e também as infrações mais constatadas pelos policiais.

O diagnóstico apresentado subsidiará ações preventivas e repressivas, visando a redução das mortes e lesões decorrentes de acidentes de trânsito.

PRF reforçou ações visando a diminuição dos acidentes de trânsito nas rodovias federais gaúchas

A PRF realizou mais de 330 mil testes de etilômetro, combatendo a direção após o consumo de álcool, que é o 5º item mais citado como causador de acidentes graves. No total, foram 7125 motoristas autuados por embriaguez ao volante; lavrados mais de 310 mil autos de infração, sendo mais de 60% deles realizado com abordagem.

Além disso, foram lavradas 2063 autuações por dirigir utilizando telefone celular, 22400 autuações por condutor sem cinto de segurança; mais de 35 mil autuações por ultrapassagem em local proibido, que normalmente resultam em colisões frontais; o tipo de acidente mais comum em acidentes graves.

No controle de velocidade foram realizadas quase 350 mil autuações de veículos excedendo a velocidade regulamentar da rodovia, que é a terceira causa mais citada como causadora de acidentes graves. Foram fiscalizadas mais de 830 mil pessoas e quase 800 mil veículos neste período analisado, sendo que 21377 veículos foram recolhidos ao depósito por irregularidades cíveis ou criminais.

Na educação para o trânsito, foram sensibilizadas mais de 135 mil pessoas através de campanhas educativas. “Os acidentes em geral são previsíveis e podem ser evitados. Cabe aos órgãos responsáveis pela segurança viária e a sociedade somar esforços visando a redução da mortalidade no trânsito.” João Francisco Oliveira.

Fonte: www.prf.gov.br/agencia

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