MELHORIAS: As obras de recuperação da MGC-367, entre Araçuaí e Vigem da Lapa, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, já começaram. O trecho não recebia uma reforma há 35 anos, de acordo com o Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG). Fotos: Divulgação/DER-MG

De acordo com o Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), serviços têm investimentos de cerca de R$ 16 milhões

As obras de recuperação da MGC-367, entre Araçuaí e Vigem da Lapa, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, já começaram. O trecho não recebia uma reforma há 35 anos, de acordo com o Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG).

Ainda de acordo com o DER, os 31,2 quilômetros que ligam as duas cidades vão receber investimentos de quase R$ 16 milhões, provenientes do Provias, maior pacote de obras rodoviárias dos últimos dez anos, do Governo de Minas.

A rodovia MGC-367 é a principal via para escoamento de produtos produzidos na região do Vale do Jequitinhonha, como eucalipto, granito e lítio, além da safra frutífera de banana e abacaxi, tanto no sentido Belo Horizonte quanto para o Nordeste brasileiro. Além disso, a obra vai propiciar mais facilidade para o trânsito de ônibus escolares e ambulâncias.

VIA IMPORTANTE: A rodovia MGC-367 é a principal via para escoamento de produtos produzidos na região do Vale do Jequitinhonha, como eucalipto, granito e lítio, além da safra frutífera de banana e abacaxi, tanto no sentido Belo Horizonte quanto para o Nordeste brasileiro.

Provias

Reverter a situação precária em que se encontram muitas rodovias mineiras devido ao baixo investimento realizado por gestões anteriores na manutenção das estradas é o principal objetivo do Provias.

O programa contará com R$ 2 bilhões em investimentos, que serão aplicados em 99 intervenções em rodovias de Norte a Sul do estado.

Dos recursos destinados ao Provias, R$ 1,4 bilhão é originado do Acordo Judicial assinado com o objetivo de reparar danos decorrentes do rompimento das barragens da Vale S.A, que tirou 272 vidas e gerou uma série de impactos sociais, ambientais e econômicos na bacia do Rio Paraopeba e em todo o estado de Minas Gerais.

Além disso, cerca de R$ 120 milhões têm origem no Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC) firmado entre o Governo de Minas e a Fundação Renova. O restante é fruto convênios e emendas parlamentares estaduais e federais, parcerias com empresas e convênios com prefeituras.

Com informações da Ascom do DER-MG

DEIXE UMA RESPOSTA

Você digitou um endereço de e-mail incorreto!
Por favor, digite seu nome aqui