
Ocorrência foi registrada no fim da noite dessa segunda-feira (3), em uma alça de saída da pista marginal para a via, no sentido interior; homem de 51 anos morreu no local. Em menos de 8 horas, 2 acidentes graves com caminhões parados no acostamento
A falta de agilidade de algumas concessionárias de rodovias em retirar e/ou sinalizar adequadamente veículos – a maioria comerciais – em pane , às margens das estradas tem provocado sinistros graves, muitas vezes fatais.
Foi o que ocorreu, em menos de oito horas, entre a o fim da noite dessa segunda (3) e a manhã desta terça -feira (4), na Via Anhanguera (SP-330), em Jundiaí (SP), e no Rodoanel Mário Covas (SP-021), em São Paulo (SP), onde foram registrados dois sinistros (acidentes) com essas características: caminhões parados no acostamento por avarias.
No primeiro caso, segundo o próprio caminhoneiro, ele constatou algum problema no caminhão – um Volkswagen Constellation 19.320 – e parou no acostamento. Ele ainda não havia sinalizado o veículo, quando ouviu o barulho do impacto da camionete Ford Ranger, com placas de Jundiaí (SP), na traseira de seu caminhão. O motorista da Ranger morreu na hora, devido ao forte impacto contra a o caminhão.

Curiosamente, a sede da concessionária responsável pea via fica a poucos metros de onde aconteceu o sinistro. Além do sistema de câmeras, provavelmente, os funcionários da empresa ouviram o barulho provocado pelo choque.

Rodoanel Mário Covas
Já na manhã desta terça-feira (4), outra ocorrência chama a atenção para essa questão. No km51 do Rodoanel Mário Covas, em São Paulo (SP), uma carreta Mercedes-Benz, modelo Actros, cor branca, estava parada no acostamento por problemas mecânicos. Eram 7h30 quando outra carreta, também Mercedes-Benz chocou na traseira da carreta Actros. Com isso, o caminhoneiro que provocou a batida ficou gravemente ferido e foi socorrido a um hospital da região; enquanto o outro condutor não ficou ferido.
Esse tipo de ocorrência não é rara em plena rodovia de “primeiro mundo”, onde os recursos estão à disposição das concessionárias para evitar tais fatalidades. Cabe à Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), à Polícia Militar Rodoviária de São Paulo (PMRv-SP) e também ao próprio Governo de São Paulo agir eficazmente para o cenário mudar.

Nas duas ocorrências, as investigações dos sinistros ficarão aos cuidados da Polícia Civil de São Paulo.
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