Desde março de 2016, o exame toxicológico de larga janela passou a ser exigido para motoristas profissionais. Nos dois primeiros anos de aplicação do exame, 2 milhões de motoristas, somente das categorias C, D e E, habilitados a dirigir van, ônibus e caminhões, deixaram de renovar a carteira de habilitação, em grande parte por serem usuários de drogas. Para voltar a dirigir precisam comprovar estar limpos. Isso explica em parte a redução de 34% nos acidentes com caminhões e 45% com ônibus nas rodovias federais, entre 2015, último ano sem essa exigência e 2017, o primeiro em que foi aplicada na íntegra. Com a exigência do exame para taxistas em Porto Alegre, ficou evidente que o problema é muito maior do que as pessoas imaginam. Embora a maioria não seja usuário, o percentual de positivos é maior do que se esperava. Ouça o comentário de Rodolfo Rizzotto, Coordenador do SOS Estradas sobre o tema, clicando aqui.

 

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