CONTRABANDO: Agentes da PRF do NOE e de Santa Catarina apreenderam duas cargas de contrabando de cigarros na BR-101, em Joinville (SC), na noite dessa sexta-feira (7). Os caminhoneiros foram presos. Fotos: Divulgação

Caminhão Mercedes-Benz tinha registro de furto/roubo e as placas estavam clonadas; caminhoneiros foram presos

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, nessa sexta-feira (7), na BR-101, em Joinville (SC), 773 mil maços de cigarros contrabandeados do Paraguai, sendo transportados por um caminhão e uma carreta.

Segundo a PRF, as cargas foram avaliadas pela Receita Federal no valor de R$ 3,86 milhões e foram localizadas nos compartimentos dos dois veículos. Os motoristas foram presos e um dos caminhões era roubado.

Ainda de acordo com a PRF, a ação dos agentes do NOE (Núcleo de Operações Especiais) e da equipe de Joinville aconteceu no momento em que as equipes realizavam ronda e visualizaram os dois caminhões transitando de forma muita lenta, e um deles com placas do Paraguai.

Clonagem

Diante da suspeita, a equipe acompanhou os veículos até a Unidade Operacional da PRF, no km 26 da rodovia e fez a abordagem. No momento da parada, os dois motoristas tentaram fugir. Um foi capturado ainda próximo à cabine do caminhão e outro na mata nos fundos do posto PRF, se ferindo ao tentar pular uma cerca de arame farpado.

Os compartimentos de carga dos dois veículos, uma carreta Scania, placas do Paraguai, e um caminhão-baú Mercedes Benz, estavam abarrotados de cigarros contrabandeados. O caminhão estava com placas de Chapecó, mas ao ser vistoriado, descobriu-se que estava circulando clonado. Na verdade, o veículo era registrado em Paranacity (PR) e tinha registro de furto/roubo.

FURTO/ROUBO: A PRF descobriu também que o caminhão MB estava com placas de Chapecó, mas era registrado em Paranacity (PR) e tinha registro de furto/roubo.

Os caminhoneiros, um paranaense, de 35 anos, e um paulista, de 25 anos, disseram que foram pagos para levar a carga do Paraná até São José (SC). Eles foram conduzidos à Polícia Federal de Joinville onde responderão por contrabando. Eles ainda deverão ter a CNH cassada por cinco anos, conforme lei federal sancionada em janeiro deste ano.

Os cigarros e a carreta seguiram para o depósito da Receita Federal. Segundo o órgão fiscal, a carga vale 3,86 milhões de reais, uma vez que para fins tributários, cada maço de cigarros importado é avaliado em R$ 5.

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