256 agentes da PRF estarão empenhados para garantir a tranquilidade na posse presidencial, em Brasília. Foto: PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou, nessa semana, no auditório do Edifício-Sede da instituição, a abertura da Operação de Escoltas durante a posse do recém-eleito presidente da República Jair Bolsonaro.

A PRF ficará responsável pela coordenação da Central de Escoltas no dia 1º de janeiro de 2019. A ação também contará com a participação de outros órgãos, como: o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Além de muitas autoridades brasileiras, cerca de 30 chefes de Estados e suas comitivas já confirmaram presença na cerimônia de posse. Para o serviço de escoltas de autoridades e fiscalização, a PRF vai empregar 256 policiais, sendo 180 motociclistas especializados.

O diretor-geral, Renato Dias, participou da abertura da Operação Escolta na posse presidencial. Foto: PRF

A instituição está preparada com a experiência adquirida nos grandes eventos realizados no Brasil, a exemplo das Olimpíadas, na qual foram empenhados 423 motociclistas, que totalizou 1.904 escoltas realizadas pela PRF durante o evento.

Expertise em escoltas
A Polícia Rodoviária Federal, desde sua criação, tem sua imagem vinculada ao motociclismo. A crescente urbanização no entorno das rodovias situadas em regiões metropolitanas ou em cidades de grande e médio portes trouxe uma realidade diferente para o trânsito nesses locais.

Agentes da PRF atuam em escoltas em áreas urbanas e nas rodovias. Foto: Aderlei de Souza

Em especial, tem se acentuado o aumento do fluxo de veículos, pessoas e bens, demandando dos órgãos de segurança pública a aplicação de planejamentos estratégicos que incluam técnicas e meios adequados a essa nova realidade.

Diante disso, a agilidade e o pronto atendimento, tornando o motociclismo uma das mais eficientes ferramentas de policiamento, são importantíssimos.

A inclusão do Brasil como sede de grandes eventos mundiais ao longo dos últimos anos, ampliou a necessidade de prover segurança no transporte de autoridades e delegações, em cidades com problemas de mobilidade urbana acentuada.

Essa realidade implica a utilização das técnicas de escolta com batedor e recursos logísticos necessários para realização deste trabalho.

Fonte: Agência PRF

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