Inaugurada em 1978, a estrada é considerada uma das melhores do país, recebendo 500 mil veículos por dia

Considerada uma das melhores estradas do país, a Rodovia dos Bandeirantes acaba de completar quarenta anos de história. Sua trajetória remonta a 1968, quando o DER – Departamento de Estradas de Rodagem realizou análises para a ampliação do trecho São Paulo-Jundiaí da Via Anhanguera, o que levou à conclusão de que seria melhor abrir uma rodovia paralela.

Um projeto, com o nome de Via Norte, passou a ser desenvolvido, culminando com um decreto de 1974 que deu a concessão para a construção do trecho à Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa).

As obras começaram em agosto de 1976 e tiveram a participação de 12 000 pessoas, entre engenheiros, técnicos e operários. O batismo de Rodovia dos Bandeirantes (SP-348) ocorreu no começo de 1978, com as máquinas ainda em ação.

Assim, surgiu o hoje conhecido Sistema Anhanguera-Bandeirantes: a ideia era que a primeira estrada serviria para viagens curtas, e a segunda, para trechos longos.

A Bandeirantes foi inaugurada em 28 de outubro de 1978, com a presença do então presidente Ernesto Geisel, do governador Paulo Egydio Martins e do prefeito de São Paulo, Olavo Setúbal.

 A obra contou com a atividade de 12 000 pessoas (Divulgação/Divulgação)

Em sua concepção original, tinha 88,46 quilômetros de extensão e previa uma velocidade máxima de 120 quilômetros por hora. No mesmo ano, foram instalados os telefones de emergência ao longo do acostamento. Em 1998, a concessionária CCR AutoBAn assumiu a administração do sistema.

A estrada tem hoje 159,7 quilômetros de extensão, recebe 500 000 viagens por dia e conta com cerca de 500 profissionais em seu funcionamento e manutenção. O complexo Anhanguera-Bandeirantes foi avaliado como o melhor do país pela Confederação Nacional do Transporte por sete anos seguidos.

Fonte: www.vejasp.abril.com.br

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